CALCUTÁ- diário de viagem

OUTUBRO 2016

Calcutá é uma cidade parecida com Mumbai e com qualquer coisa de Delhi. Fomos tratar de arranjar um “pre paid taxi” e mais uma vez íamos sendo enganados quando nos apresentaram um preço de 750 rupias por 25km. Voltámos ao interior do aeroporto procurar outro e encontrámos o preço justo de 280 rupias. Lá fomos nós, num taxi super antigo, um Mahindra Ambassador, amarelo, todo sujo e partido por dentro!

Estava um transito terrível e demorámos 1h00 a chegar ao hotel. Mal entrámos pedimos a pass da net e ele disse que ligava para o quarto para nos dar… como assim? Tanto mistério por causa de uma pass? Oké! Subimos e ficámos sentados na cama, parados à espera da pass. Depois de algum tempo e muita impaciência para vos dar noticias, o Diogo ligou para a receção para pedir a dita cuja. “Two more minutes, Sir” e desligou. Só nos podíamos rir da situação. Estes monhés de uma figa não existem! Mas lá nos ligou depois e nos deu a bendita pass. Eu dei notícias e o Diogo foi ao Zomato procurar um sítio para jantarmos.

Fomos a um restaurante de comida típica de Bengala e comemos um caril de camarão com arroz branco, que vinha dentro de dois côcos. Uma apresentação maravilhosa! Os olhos também comem e no nosso caso, estávamos cheiinhos de fome! Devorámos aquilo tudo em 10 minutos e voltámos para o hotel, o mais rápido possível porque tínhamos de dormir para acordar cedo e ir para o aeroporto, para irmos para a tão esperada Varanassi, a cidade espiritual!

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